Quinta-feira, 31 de Março de 2011

Quem me conhece verdadeiramente sabe o quanto gosto de desporto: individual ou em equipa é indiferente.

Há quem me conheça e não perceba porque gosto tanto de desporto e esteja sempre motivada para praticá-lo (correcto maridão?).

Eu, que ainda mal me conheço, não sei bem porque aprecio mas suspeito que se deva à junção de vários factores que adoro como sair de casa, estar rodeada de gente ou apenas de mim e da natureza, do movimento, do esforço mas sobretudo do êxtase final em que me sinto novamente desperta: e o dia poderia começar outra vez nesse preciso momento.

Abomino desportos abusivos como boxe e detesto outros que impulsionam o mexer pouco ou nada - para mim, não seriam denominados de desportos- como pesca ou golfe. Aliás, acho mesmo que a pesca é para velhos, os que o são por fora mas principalmente os que têm alma idosa (claro que não incluo neste adjectivo a pesca submarina).

 

Quem me conhece verdadeiramente, sabe que não gosto muito de estar quieta. Há alunos que ja classificaram de ser a pilhas (prefiro energia solar), outros que tenho bichos-carpinteiros, que estou ligada sempre à corrente, etc. Portanto, exercicio é para mexer e mexer.

Se rebuscar o baú das memorias (no máximo até aos meus 6 anos), vejo-me sempre a correr: ou a brincar às caçadinhas - ainda existe?; ou a correr atrás de algum rapaz, que me levantou a saia, para lhe bater; ou nas aulas de educação fisica a treinar corrida de resistência, velocidade e estafeta; ou até a correr para o salto em comprimento.

Correr dá-me uma sensação de liberdade que não consigo explicar. E por isso mesmo, participava em tudo o que podia: como a mini-maratona, no 7ºano, pela cidade  onde fiquei em 1º lugar feminino do meu escalão e em 3º geral. Uma experiência num dia quente, com uma verruga enorme na planta do pé esquerdo que causava umas dores agudas, aliviadas para a maratona com uma gaze e algodão colocada sob o olhar furioso e incompreensivel da mãe. Ainda assim, valeu a pena as dores que senti no dia seguinte, com a administração da anestesia local!

E desta paixão, descobri outro amor: o futebol. Para quem gosta de correr, velocidade, tactica é o melhor desporto...sem dúvida. E o quanto adorava jogar contra os rapazes (sempre armados em másculos).

 

Agora cá por casa, é tudo muito oposto - um misto de PS vs PSD: eu continuo a adorar corrida e o maridão corre mais para a bicicleta. Também aprecio mas prefiro correr (até porque não me danifica tanto a região lombar). E neste sentido, há uns anitos ofereci  o equipamento ao maridão que consistia em luvas, sigg, porta-garrafas e um capacete que apenas viu a luz do sol uma vez e o máximo de passeio que faz é quando o mudo de local. Tudo porque argumenta que só usa se eu comprar um para mim. Eu até o fazia e usava, mas os capacetes para adultas são tão feiotes, sem cor... mesmo desensabidos! Ofereçam-me um destes e lá irei eu a pedalar feliz da vida :) Sim, porque se é para sair à rua de capacete que seja com estilo!

 

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publicado por soprosdemar às 00:43 | link do post | comentar | favorito

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